A resposta da Pita:
Espartilho me lembra opressão, sapatos chineses também, pois as chinesas tinham de calçá-los pequneos para arranjar casamento.e nem era da vontade delas, os pais as obrigavam. De outra feita, o espartilho da vaidade também oprime. Pq para obter a vantagem da cintura estreita, ficava-se com falta de fôlego. rs;;bj
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Opressão
Do meu ponto de vista opressão é uma relação de poder entre duas pessoas, ou entre um sistema e pessoas, onde o oprimido se submete ao opressor.
O que é opressão?
O que é ser oprimido?
Existe algum objeto que para você (pessoalmente) possa representar a opressão?
O que é opressão?
O que é ser oprimido?
Existe algum objeto que para você (pessoalmente) possa representar a opressão?
quarta-feira, 21 de maio de 2008
Entre a dança virtual, a lua cheia e devaneios
Ontem vivênciei uma prática que trouxe ao meu espírito e em fim, ao meu eu, algo de muito especial, o que com as palvras não sei exprimir.
O que tenho é a lembranças da sensações, mas explicar este processo não é o mais importante,
o importante foi o que vivi.
A presença do silêncio, cada uma de nós tão voltadas para dentro de si, que ao mesmo tempo, tinhámos algo em comum.
Plenitude.
O nosso palco foi o mundo, onde alguém observou a lua, os devaneios, e viu muito mais que uma simples tarefa a ser cumprida,
Viu a poseia em movimento, dentro de um palco cotidiano
Com erupções de movimentos, tão simples que inrromperam resultados
Eu vivi...
A segunda tarefa, me fez refletir sobre a "minha dança" antes de ser acadêminca,
Quanta coisa faz parte de meu repertório!!!
Mas eu valorizei apenas, o que tem um título, só me dei conta disto com a fala da Iv.
Experimentei o véu de forma que nunca tinha feito, brinquei com ele sem tentar achar o certo.
A verdade é que procurei fazer o que poderia ser o"errado" e fiz descobertas entre eles que eu tenho um trabalho de braços!
Eu voltei muito pilhada para casa, sentia necessidade de escrever, como se algo mágico tivesse acontecido.
Neste espaço, faço então que minha palavras se desloquem para qualquer parte do mundo, seja qual for o deslocamento, dançando entre as redes de computadores.
Quem sabe, motivando outras erupções de movimentos.
O que tenho é a lembranças da sensações, mas explicar este processo não é o mais importante,
o importante foi o que vivi.
A presença do silêncio, cada uma de nós tão voltadas para dentro de si, que ao mesmo tempo, tinhámos algo em comum.
Plenitude.
O nosso palco foi o mundo, onde alguém observou a lua, os devaneios, e viu muito mais que uma simples tarefa a ser cumprida,
Viu a poseia em movimento, dentro de um palco cotidiano
Com erupções de movimentos, tão simples que inrromperam resultados
Eu vivi...
A segunda tarefa, me fez refletir sobre a "minha dança" antes de ser acadêminca,
Quanta coisa faz parte de meu repertório!!!
Mas eu valorizei apenas, o que tem um título, só me dei conta disto com a fala da Iv.
Experimentei o véu de forma que nunca tinha feito, brinquei com ele sem tentar achar o certo.
A verdade é que procurei fazer o que poderia ser o"errado" e fiz descobertas entre eles que eu tenho um trabalho de braços!
Eu voltei muito pilhada para casa, sentia necessidade de escrever, como se algo mágico tivesse acontecido.
Neste espaço, faço então que minha palavras se desloquem para qualquer parte do mundo, seja qual for o deslocamento, dançando entre as redes de computadores.
Quem sabe, motivando outras erupções de movimentos.
domingo, 18 de maio de 2008
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Diário de bordo
Quais são as minhas escolhas???
Performance!!!
A partir do momento que saí da porta da sala de aula, já estava em movimento dançante,
mesmo que aos olhos dos outros não seria.
Não parei um momento, mesmo quando parada e minha regra foi: me divertir.
Eu podia tudo, cantei, curti melodias, senti fome e comi!
Caminhei, caminhei, por que não ? Por que teria de ser diferente, ou tentar diferente?
Foi bom correr no morro de britas, me enrrosca no poste como "Dançando na Chuva".
Brincar entre árvores, escolher coisas imaginariamente, que estavam em vitrines.
Eu dancei, dancei, e fui feliz!
Como sorrir por dentro,
Sem os outros perceberem.
Mas se eu estivesse sozinha?
Se minha roupa fosse outra?
Será que minha felicidade em movimento não
existiria, se sozinha eu estivesse?
Gira-gira, corre na brita, caminha e canta
Balança, balança, cuida pra não cair!
Pisa na linha!
Tarefas? Realizar movimentos que são da técnica de dança que fala mais forte em mim.
Movimentos lentos, menos aglomeração do grupo
Performance!!!
A partir do momento que saí da porta da sala de aula, já estava em movimento dançante,
mesmo que aos olhos dos outros não seria.
Não parei um momento, mesmo quando parada e minha regra foi: me divertir.
Eu podia tudo, cantei, curti melodias, senti fome e comi!
Caminhei, caminhei, por que não ? Por que teria de ser diferente, ou tentar diferente?
Foi bom correr no morro de britas, me enrrosca no poste como "Dançando na Chuva".
Brincar entre árvores, escolher coisas imaginariamente, que estavam em vitrines.
Eu dancei, dancei, e fui feliz!
Como sorrir por dentro,
Sem os outros perceberem.
Mas se eu estivesse sozinha?
Se minha roupa fosse outra?
Será que minha felicidade em movimento não
existiria, se sozinha eu estivesse?
Gira-gira, corre na brita, caminha e canta
Balança, balança, cuida pra não cair!
Pisa na linha!
Tarefas? Realizar movimentos que são da técnica de dança que fala mais forte em mim.
Movimentos lentos, menos aglomeração do grupo
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